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Lameiros

Exposición / Centro de Arte Contemporânea Graça Morais / Abílio Beça, 105. 5300 - 011 / Bragança, Braganca, Portugal
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Cuándo:
05 oct de 2012 - 06 ene de 2013

Inauguración:
05 oct de 2012

Comisariada por:
Jorge da Costa

Organizada por:
Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

Artistas participantes:
Pedro Calapez

ENLACES OFICIALES
Web 
Etiquetas
Pintura  Pintura en Braganca 

       


Descripción de la Exposición

Centrada en su producción más reciente, específicamente en los trabajos realizados en 2011 y 2012, esta exposición propone al visitante contemplar un campo visual muy distintivo. Nuevos temas, formas y enfoques parecen mantener el campo infinito de posibilidades de una obra que, en un contexto de continua experimentación, aparece fundamentada en la reformulación de los protocolos conceptuales de la pintura.

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A condição arquitetónica, ainda que atravessada pelas mais inesperadas soluções formais e técnicas marcou sempre, como matriz organizadora e até estruturante, o trabalho de Pedro Calapez (Lisboa, 1953). A par dela, está a memória e um manancial de referências que desconstrói, depura e reinventa para criar fragmentados 'campos polícromos de caráter abstrato'.

 

Há no seu trabalho, permanentemente pautado pelo rigor e pelo método, uma predileção pelos grandes formatos ou, quando não, pelas composições agrupadas e pelas montagens cenográficas de feição teatral, que combina, num jogo de arquiteturas e de tantas outras estratégias processuais, para dar corpo a um trabalho que, continuamente, vem superando 'os limites da pintura para adquirir os rasgos de uma instalação'.

 

O trabalho de Pedro Calapez é, desde a década de 1980, período correspondente ao chamado 'regresso à pintura', paradigmático das mudanças que nesta altura surgem em torno da prática artística.

 

A conjugação de técnicas e cruzamento de disciplinas, a utilização de novos materiais e de suportes não convencionais, a volumetria, o diálogo estabelecido entre domínios próprios da pintura com os contextos escultórico e arquitetónico ou na acentuada tendência para a instalação cénica, aproximam a sua obra do conceito de 'campo expandido' defendido, em 1979, pela historiadora Rosalind krauss.

 

(...) Quase sempre aplicada à espátula sobre os suportes, sejam as placas de alumínio, planas, torcidas ou recortadas, as monumentais e texturadas folhas de papel, o vidro temperado ou os tijolos industriais, a cor é o elemento dominante em toda a exposição. Pedro Calapez constrói sedutores e desconcertantes planos de cor, evocações de lugares, de paisagens, fragmentos ou parcelas de espaços não convencionais.

 

Ainda que da maior importância no seu trabalho, as referências surgem habitualmente de fontes muito diversas. Se em diferentes fases da sua carreira fez uma aproximação à obra de grandes mestres da história universal, de um modo muito particular a pintura de Giotto, Fra Angelico ou Piranesi, a sua obra vem mantendo correlações com um conjunto muito vasto de géneros e tendências, que oscilam entre a citação de imagens de cariz erudito ou simplesmente apropriadas de banais imagens do quotidiano.

 

(...) Pela sua descontextualização e por se assumirem como universos alterados, que se libertam do peso da citação, impossibilitando a reconfiguração do real, as suas obras afiguram-se em perspetivas imprecisas de outros lugares ou mesmo de não-lugares, imagens ilusórias em aparente suspensão de significado.

 

Centrada na sua produção mais recente, concretamente nos trabalhos realizados em 2011 e 2012, a presente exposição propõe ao olhar do visitante um campo visual muito diferenciado. Novos temas, formas, séries e abordagens parecem manter infinito o campo de possibilidades de uma obra que, num contexto contínuo de experimentação e interrogação, surge alicerçada, desde o seu início, na reformulação dos princípios académicos e protocolos conceptuais da pintura.

 

(...) Bandas retangulares, zonas de cor justapostas, interceção de manchas e de planos, de lisos e texturados, de cheios e vazios, realizam-se em exercícios visuais de grande abstração cromática, a partir dos quais evoca, num jogo de segmentos, memórias incertas, onde cada elemento parece transcender, para lá dos limites do quadro, o seu território de conflito.

 


Imágenes de la Exposición
Pedro Calapez

Entrada actualizada el el 26 may de 2016

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